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Injeção de Mikacin

✅ Trata infeções bacterianas
✅ Uso intramuscular ou intravenoso
✅ Eficaz contra bactérias resistentes
✅ Reduz os sintomas de infeção
✅ Promove uma recuperação mais rápida

SKU: Injeção de Mikacin Categoria: , ,

Revisto medicamente por Morgan Ellis — Investigador Farmacêutico · 8 anos de experiência  · Última revisão: maio de 2026

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⚡ Resposta Rápida — O que é a Injeção de Mikacin?

A Injeção de Mikacin é uma injeção IV/IM de amikacina (Aristo) — um antibiótico aminoglicosídeo para sepse Gram-negativa grave, pneumonia por Pseudomonas e ITU complicada. Uso exclusivo hospitalar com monitorização terapêutica obrigatória. Caixa negra: nefrotoxicidade, ototoxicidade, bloqueio neuromuscular.

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Porquê encomendar da MedsBase

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Como funciona a Injeção de Mikacin

A Injeção de Mikacin contém amikacina, um antibiótico aminoglicosídeo que se liga à subunidade ribossomal 30S, induz erros na leitura dos codões de mRNA e inibe a síntese proteica bacteriana. É bactericida com eliminação dependente da concentração e um longo efeito pós-antibiótico — suportando a administração em dose única diária com intervalos prolongados para a maioria das indicações. Espectro: bacilos Gram-negativos aeróbios (Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella, Enterobacter, Serratia, Acinetobacter, Proteus, Citrobacter), e sinergia com agentes da parede celular contra Enterococcus e estreptococos viridans. Atividade contra micobactérias atípicas (estirpes MDR de M. tuberculosis, M. abscessus). Sem atividade contra anaeróbios ou a maioria dos Gram-positivos como monoterapia.

Indicações & dosagem

Posologia em adultos — IM/IV
IndicaçãoDoseDuração
Sepse Gram-negativa grave (pielonefrite, intra-abdominal — em combinação)15 mg/kg uma vez por dia (intervalo prolongado) OU 7,5 mg/kg a cada 12 h5–7 dias e depois descalonar
Pneumonia por Pseudomonas (em combinação com cefepima/piperacilina-tazobactam/meropenem)15 mg/kg uma vez por dia5–14 dias
ITU complicada/associada a cateter15 mg/kg uma vez por dia5–7 dias
Endocardite (em combinação, alternativa à gentamicina)7,5 mg/kg a cada 12 h4–6 semanas
Regime para TB-MDR (uso especializado)15 mg/kg uma vez por diaConforme o regime
MAC/M. abscessus (em combinação)15 mg/kg três vezes por semanaEncaminhar para especialista

Ajuste da dose: utilize o peso corporal ideal (ou peso ajustado se obeso). Reduza a dose / prolongue o intervalo em caso de insuficiência renal com base na depuração da creatinina. A monitorização terapêutica de fármacos é obrigatória — pico alvo de 50–60 mg/L (intervalo prolongado) e vale < 1 mg/L para a maioria das indicações.

⚠ Aviso de caixa negra: nefrotoxicidade, ototoxicidade, bloqueio neuromuscular

Os aminoglicosídeos causam efeitos relacionados com a dose e duração nefrotoxicidade (15–25% dos pacientes tratados) e ototoxicidade — tanto vestibular (equilíbrio / vertigem) como coclear (perda auditiva de alta frequência). A perda auditiva pode ser permanente; o dano vestibular também costuma ser. Fatores de risco: idade avançada, insuficiência renal basal, desidratação, uso concomitante de diuréticos de alça / vancomicina / cisplatina / anfotericina / AINEs / contraste, tratamentos prolongados (> 7 dias). Os aminoglicósidos também potenciam o bloqueio neuromuscular — precaução em miastenia gravis e durante a anestesia. A mutação m.1555A>G no DNA mitocondrial prediz perda auditiva grave de início rápido mesmo após uma única dose; o rastreio genético é cada vez mais recomendado onde existam testes rápidos.

Efeitos secundários

  • Nefrotoxicidade: necrose tubular aguda não oligúrica, geralmente reversível se detetada precocemente e o medicamento for interrompido.
  • Ototoxicidade: perda auditiva de alta frequência (coclear) e/ou perturbação do equilíbrio (vestibular). Frequentemente irreversível. Testar antes e durante tratamentos prolongados.
  • Bloqueio neuromuscular: fraqueza, depressão respiratória — particularmente em casos de miastenia e durante anestesia.
  • Reações locais no local de injeção; flebite em locais de administração intravenosa.
  • Reações alérgicas cutâneas.

Contra-indicações

  • Hipersensibilidade conhecida a aminoglicosídeos.
  • Deficiência renal ou auditiva grave pré-existente.
  • Miastenia gravis (relativo — bloqueio neuromuscular).
  • Gravidez (especialmente primeiro e segundo trimestres) — relativo; risco de ototoxicidade fetal.
  • Diuréticos de alça em idosos com insuficiência renal (toxicidade renal/otológica aditiva).

Interações medicamentosas

Interações selecionadas
FármacoEfeitoAção
Diuréticos de alça (furosemida/bumetanida)Ototoxicidade aditivaEvitar combinação se possível
Vancomicina / cisplatina / anfotericina / contraste IV / AINEsNefrotoxicidade aditivaMonitorizar função renal diariamente
Bloqueadores neuromusculares (vecurónio, rocurónio)Paralisia prolongadaComunicar com a equipa de anestesia
Cefalosporinas (dose elevada)Possível nefrotoxicidade aditivaMonitorizar de perto
Bifosfonatos / penicilinas / outros beta-lactâmicos (na mesma seringa)O aminoglicosídeo é inativado pelos beta-lactâmicos in vitroAdministrar em linhas separadas / espaçar

Gravidez e Amamentação

Os aminoglicosídeos são categoria D — ototoxicidade fetal relatada. Evitar durante a gravidez, exceto no tratamento de infeções potencialmente fatais sem alternativas.

Armazenamento

Armazenar abaixo de 25 °C, longe da luz solar direta e da humidade. Manter na embalagem original. Manter fora do alcance das crianças. Descartar quaisquer comprimidos não utilizados após a data de validade impressa — antibióticos degradados podem perder potência ou libertar produtos de degradação.

⚠ Resistência aos antibióticos — por favor, utilize com responsabilidade

Este medicamento só é eficaz contra infeções bacterianas. Não o utilize para doenças virais (constipação comum, a maioria das dores de garganta, gripe, COVID-19), não interrompa o tratamento precocemente quando se sentir melhor e não guarde sobras para infeções futuras. O uso indevido promove bactérias resistentes a medicamentos, como MRSA, ESBL e CRE — a OMS classifica a resistência antimicrobiana entre as 10 principais ameaças globais à saúde pública.

Perguntas Frequentes

Como é administrada a injeção de Mikacin?

A injeção de Mikacin é administrada no hospital por via intramuscular ou infusão intravenosa. A dosagem é baseada no peso e na função renal, com monitorização terapêutica de pico/vale para equilibrar eficácia e toxicidade.

Quanto tempo dura normalmente o tratamento?

A maioria das terapias empíricas com aminoglicosídeos dura 3–7 dias como parte de um tratamento combinado, sendo depois desescalada com base na cultura e resposta clínica. Endocardite e TB-MDR requerem regimes especializados muito mais longos.

Porque é a perda auditiva uma preocupação?

Os aminoglicosídeos acumulam-se nas células ciliadas do ouvido interno. Danos cocleares permanentes de alta frequência e disfunção vestibular estão relacionados com a dose e duração. Recomenda-se audiometria antes e durante cursos prolongados.

E os meus rins?

A necrose tubular aguda é a toxicidade mais comum (15–25% dos cursos). Geralmente é reversível se o fármaco for interrompido rapidamente — a monitorização diária da creatinina, débito urinário e níveis de vale detetam-na precocemente.

Pode interagir com a minha fraqueza pré-existente?

Sim — os aminoglicosídeos potenciam o bloqueio neuromuscular. Na miastenia gravis, a fraqueza muscular pode agravar-se significativamente. Informe todos os clínicos sobre um diagnóstico de miastenia antes de qualquer procedimento.

O que é a dose única diária?

Os regimes modernos administram a dose diária total numa única infusão (dose com intervalo prolongado). Isto aproveita o longo efeito pós-antibiótico e reduz a nefrotoxicidade, permitindo que o fármaco seja eliminado entre doses. Os níveis mínimos orientam o momento da dose subsequente.

Posso tomá-lo durante a gravidez?

Os aminoglicosídeos são geralmente evitados na gravidez devido à ototoxicidade fetal. Utilize apenas no tratamento de infeções potencialmente fatais sem alternativas.

O que significa “sinergia com penicilina”?

Para algumas infeções graves (endocardite enterocócica, meningite por listeria), a combinação de um aminoglicosídeo com um agente da parede celular proporciona uma atividade bactericida mais rápida do que qualquer um dos fármacos isoladamente. A dose de aminoglicosídeo é inferior à utilizada na sepsis Gram-negativa.

Existe uma alternativa mais segura para a minha infeção por Pseudomonas?

Cefepima, piperacilina-tazobactam, meropenem, ceftolozano-tazobactam e ceftazidima-avibactam são alternativas. Os aminoglicosídeos são geralmente utilizados em combinação e não em monoterapia, devido à resistência e toxicidade.

O que devo informar aos médicos futuros sobre este fármaco?

Registe quaisquer resultados de audiometria basal/pós-tratamento, pico de creatinina e dose cumulativa. Se for portador de uma mutação mitocondrial m.1555A>G, documente-a — a exposição futura a aminoglicosídeos deve ser evitada.

Outros Antibióticos e Medicamentos Anti-Infecciosos

Aviso Médico: As informações nesta página são fornecidas para fins educativos e não substituem uma consulta com um clínico qualificado. A resistência aos antibióticos é um grave problema de saúde global — utilize antibióticos apenas para infeções bacterianas confirmadas, complete o curso prescrito na totalidade e nunca partilhe ou guarde doses sobrantes. Verifique sempre alergias pessoais, interações medicamentosas e ajustes de dose antes de iniciar a terapia.

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Dosagem

100 mg, 250 mg, 500 mg

Quantidade

1 Injeção, 3 Injeções, 6 Injeções

Forma Farmacêutica

Injeção/ões

Fabricante

Aristo Pharma

Tratamento

Infeções bacterianas

Marca Genérica

Amikacina

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